Manaus recebeu Claire Thorne com um bafo quente e úmido que parecia colar a seda de sua blusa à pele. Mas o desconforto físico era o menor de seus problemas. Enquanto o hidroavião da Fundação Thorne cortava as águas escuras do Rio Negro em direção ao Alto Solimões, Claire observava a vastidão verde abaixo dela. A Amazônia, em sua beleza bruta, era o esconderijo perfeito para quem desejava brincar de Deus longe dos olhos da civilização.
Ao seu lado, Arthur revisava os protocolos de segurança. E