Depois do segundo tapa, ouvi o telefone de Antonio tocar. Ele olhou para a tela e rui.
– Ah, agora aquele riquinho de merd* está me ligando, preocupadinho com a donzela em perigo – zombou.
Ficaram discutindo ao telefone, até que Antonio colocou o celular perto de mim, para falar com Theo.
– Theo? Theo? Me ajuda! – gritei em desespero.
Levei um tapa bem mais forte que os outros dois. O canto esquerdo da minha boca começou a sangrar. Aquele gosto metálico de sangue me fez lembrar da fragilidade d