Mundo de ficçãoIniciar sessãoVoltei o celular ao ouvido.
— Henrique, chame a polícia! — gritei.
O homem partiu para cima de mim, puxou o telefone e o lançou para longe.
Soltei um berro, saltando para trás e chocando as costas contra a parede.
Estudei-o. O cabelo estava muito curto, a barba ainda crescia; tinha a faixa em torno do braço. Era idêntico a Dário. Mas não era ele.
Lembrei-me de que, mais cedo, ele se recusara a tomar







