— O que você está fazendo aqui, Eva? Denis parou diante da minha mesa, cruzando os braços sobre o peito.
Não era uma pergunta motivada pela curiosidade. O seu tom era exigente — quase ameaçador — e exigia uma resposta imediata.
— Eu trabalho aqui. Respondi, esforçando-me para manter a calma. Eu não queria dar a Denis nenhum motivo para começar uma discussão.
O seu rosto se contraiu. Ele se inclinou na minha direção, perto o suficiente para que eu sentisse sua respiração quente no meu rosto.
— Q