Meu sogro agarrou meu braço com força, tentando me arrastar para fora do restaurante, mas cada célula do meu corpo resistia. Meus pés pareciam colados ao chão, e apenas uma pergunta ecoava na minha mente: esta é mesmo a minha vida, ou apenas um sonho estúpi*do?— Eva, vamos embora. Disse Peter gentilmente, com a voz carregada de arrependimento.— Não. Respondi firmemente, me soltando bruscamente de seu aperto. — Denis!Virei-me para o palco, onde Liza ainda estava, enxugando as lágrimas. Denis estava ao lado dela, sussurrando algo. Eu conhecia bem aquela expressão em seu rosto: pétrea e fria. Ele nunca demonstrava emoção em público e agora, embora fervendo de raiva, estava se contendo.A loira, ao que parecia, não tinha medo dele, e todas aquelas lágrimas não passavam de uma encenação. Quando nossos olhares se encontraram, ela sorriu triunfante.— Você realmente acha que pode se safar dessa me mandando para casa? Perguntei a Denis, olhando-o diretamente nos olhos: você acha que pode m
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