Vá para o infe*rno, Denis! Eu te odeio! Deus, como eu te odeio! E ontem mesmo eu estava morrendo de amor. Hoje, eu só queria que você se engasgasse com a sua arrogância e esse sorriso descarado. Era isso que eu deveria ter dito na cara do traidor.
Eu queria tanto gritar, liberar tudo o que fervia dentro de mim e me torturava, mas não gritei. Me contive. Não por mim, não pelo Denis, nem mesmo pelo nosso casamento, mas pelas crianças.
— Você não precisa ir trabalhar? Perguntei calmamente. — Não v