Não sou sua mulher

Theo sentou puxando Maysa para seu lado e passou o braço pelo seu ombro.

- Devia ter trago a mamãe.

- Ela está em uma convenção na Europa. Volta em uns vinte dias.

- Eu vou subir e tomar um banho antes do jantar.

- Vai lá vida.

Theo deu um selinho nela que ficou vermelha na hora.

- Com licença Sr Montenegro.

- Me chama de kalel Maysa.

- Tudo bem. Sr kalel. Com licença.

Maysa subiu as escadas com as pernas bambas. Ao mesmo tempo pensando em como era bonito e elegante seu sogro e Theo era a cara
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