A noite sobre a serra de Roseira exibia uma abóbada celeste de um azul-escuro absoluto, salpicada por uma infinidade de estrelas brilhantes que pareciam ao alcance das mãos na altitude da montanha. O vento frio de julho, característico da Serra da Mantiqueira, assobiava entre as frestas das velhas telhas de barro, trazendo consigo o hálito gelado das matas de araucária. No entanto, no interior do ateliê de cerâmica, a atmosfera era de um absoluto e magnético calor.
Os painéis de vidro rústico b