Théo nunca ficou tão confuso com alguma coisa quanto estava com Amara, tinha certeza de que ela gostava dele, os sinais estavam todos ali.
Já tinha lido sobre os sintomas.
As pupilas dilatadas, a frequência respiratória alterada, os movimentos involuntários de aproximação. Mas e se todos esses sinais fossem apenas variáveis confusas no meio de um sistema emocional caótico? Ou pior. E se ele fosse o único a apresentar esses sintomas e estivesse projetando o que queria ver?
Conversou com o pai. E