Os olhares se cruzaram, mas Sombra continuou andando, e cada passo era como um prego sendo fincado no peito de Endi.
Assistiu o pai ajeitar a jaqueta como sempre fazia antes de uma luta. Lembrou de como ele o colocava sobre os ombros, corria atrás dele para forçá-lo a pentear os cabelos.
Por fora, ele permaneceu imóvel, os braços cruzados, os olhos frios, como sempre.
Mas por dentro, tudo parecia trincar. E em pensamento repetia o pedido que o coração gritava. “Para pai, eu te amo, para, por fa