Tank não estava convencido de que a médica do comando fosse tão boa quanto todos diziam, ela parecia não se importar com nada. Falava como se estivesse consertando um motor de carro e não outro ser humano.
Lara respirou fundo olhou para Tank.
O rapaz estava com as mãos trêmulas, segurando a mão da namorada como se fosse ela que o mantinha preso a vida. Não podia demonstrar medo. Não naquele momento. Não para ele. Ela se aproximou da maca e falou fingindo calma.
— Vamos lá, Dállia. Fica comigo.