Benjamin:
Meu sorriso morre, deixando o silêncio cair pelo quarto.
Calíope sobe e desce os dedos em meu peito como se soubesse o que há lá dentro.
— Nunca mais montei uma árvore de Natal. Se quiser, posso deixá-las com você depois para montar a sua no apartamento.
— Benjamin... — Calíope sussurra, movendo a cabeça lentamente em direção à minha mãe, como se estivesse me empurrando para a borda.
Movo o rosto, desviando dela, me perdendo lá fora na grande janela.
— Senhor Benjamin... — Seus dedos