Arlissa
Elionor fuzilou-me com o olhar, e eu sorri. Se ela acha que sou daquelas pessoas que a temem, está muito enganada.
Como o ambiente ficou pesado e fúnebre, decidi levantar-me para circular por aí. Peguei outra taça de vinho e comecei a interagir com algumas pessoas, maioritariamente mulheres.
— Sua vagabunda. — O meu sangue ferveu ao sentir o braço de Elionor apertar-me e a sua voz venenosa no meu ouvido. — Eu vou destruir-te. Não restará nada de ti, sua negra vagabunda. — Soltei-me com