— Não te culpo. As pessoas pensam no que é melhor para elas, isso é natural. — Eu disse com toda sinceridade. Não tinha mesmo nenhum ressentimento em relação à Ana.
Afinal, nós éramos apenas colegas de trabalho, talvez um pouco mais próximas do que o normal, mas nada além disso. E mesmo entre irmãs de sangue, cada uma cuidaria primeiro de si mesma antes de ajudar a outra.
— Carolina... — Ana segurou meu braço, tentando continuar a conversa.
Mas eu a interrompi:
— O Sr. Sebastião disse que, se o