— Por que você veio? — Ele largou o trabalho que tinha nas mãos.
Caminhei até suas costas e acariciei o queixo dele:
— Senti saudades.
A declaração repentina não trouxe alegria ao rosto dele; pelo contrário, parecia que algo estava errado. Ele segurou minha cintura com firmeza e, num movimento ágil, me colocou no colo dele:
— O que aconteceu?
Olhando para o semblante preocupado dele, toquei de leve o nariz dele com o dedo e sorri:
— Como é que você sempre sabe de tudo?
— Então não escond