O rosto de Sebastião ficou paralisado, e ele me olhou surpreso.
Logo depois, o olhar dele caiu sobre as nossas mãos, que estavam firmemente entrelaçadas, minha e de George.
Ele não disse nada, nem eu. Foi George quem quebrou o silêncio:
— Sebastião, bom dia.
Bom dia? O dia mal tinha amanhecido!
A voz de George pareceu trazer Sebastião de volta ao presente. Ele apertou o maxilar e fixou seu olhar em mim:
— Carol, preciso conversar com você.
Eu poderia ter recusado, mas não o fiz. Al