George encostou a testa na minha, esfregando-a de leve, antes de murmurar:
— Mas eu senti tanta saudade de você... Tanta, tanta...
Ele segurou minha mão e a pressionou contra o peito quente de forma intensa. Instintivamente, puxei a mão de volta e a escondi atrás de mim, como se o toque queimasse. George sorriu ao ver meu nervosismo e, com a voz baixa, perguntou:
— Você não sente saudade de mim?
— Não sinto, nem um pouco. Só quero dormir, estou cansada. — Respondi apressada, tentando emp