Era o George.
Ele estava abrindo a porta, segurando uma sacola de compras na outra mão, cheia de verduras. O barulho que fiz ao abrir a porta pareceu pegá-lo de surpresa. Ele se virou e me olhou, com os olhos ligeiramente estreitados.
Eu o observei como se estivesse fora de mim, sem dizer uma palavra, apenas encarando-o. Só voltei a mim quando ele perguntou:
— Aconteceu alguma coisa?
Balancei a cabeça, negando.
— Você está doente? — George perguntou, enquanto colocava a sacola no chão e se aprox