Enquanto eu refletia sobre isso, Edgar tomou a dianteira e comentou:
— Cof, cof... Carolina, espionando atrás da porta? Quase me matou do coração.
Percebi que ele estava brincando, mas respondi com seriedade:
— Não se preocupe, Sr. Lopes. Não estava espionando. Apenas vim procurá-lo e não tive tempo de bater.
— Bom. — Ele riu ainda mais, com um sorriso inocente. — Brincadeira, você leva a sério? O que veio fazer?
Ele fez um gesto para eu entrar no escritório, e eu o segui.
Apesar de estar