Gustavo fez um sinal com a mão, e um de seus homens atirou uma cobra naja dentro do recipiente.
A cobra deslizou rapidamente pela água espessa, até que se enrolou no pescoço de Geraldo. Sem hesitar, cravou suas presas na carne exposta.
Geraldo não emitiu som algum, apenas franziu o cenho, demonstrando uma leve reação.
Ele já havia suportado coisas muito piores. As torturas do passado o tornaram imune a esse tipo de dor. Além disso, Gustavo o mantinha vivo por um motivo. Ele tinha algum valor. Se