Esther parecia flutuar em uma imensidão de escuridão. Não havia som, luz ou qualquer indicação de onde ela estava. Era como se o mundo tivesse desaparecido, a deixando sozinha com seus pensamentos e um medo crescente.
O desespero a consumia. Ela ainda não queria morrer. Não assim.
Ainda não havia ouvido o choro do bebê. Não tinha visto seu rosto, não sabia se ele era menino ou menina, se estava vivo ou... Ela sequer conseguia terminar esse pensamento.
A forte vontade de viver pulsava dentro dela