Assim que tomou um gole, Michele sentiu algo errado. Com sua tolerância à bebida, era impossível ficar com a vista embaçada e as pernas moles. Aquela bebida tinha algum problema.
Mas já não dava mais tempo. Além da tontura, as pernas falhavam. Tinham dopado ela.
E tudo apontava Mika como mandante.
Sem perder tempo, Michele se agarrou no homem ao lado e ofegou:
— O senhor veio de carro? Estou passando mal... Dá para me levar pra casa?
O homem trocou olhares rápidos com Mika antes de responder: