— Só quando eu estiver ferida é que vocês vão fazer alguma coisa? Precisam esperar até que eu seja sequestrada para tomar uma atitude? — Natacha imediatamente protestou, sua voz cheia de frustração. Seus olhos brilhavam de indignação, e ela apertava os punhos com força.
O policial acalmou ela, tentando manter a compostura diante do desespero de Natacha.
— Você está sozinha, vindo de outro país, e vive sozinha, o que realmente não é muito seguro. Você pode pesquisar sobre segurança para mulheres