- Abra a porta! - Joaquim rosnou. As palavras dele eram poucas, mas o tom era autoritário e cortante.
Marta percebeu que a situação estava fora de controle e, não tendo outra opção, ordenou à empregada que abrisse o portão. Ainda assim, tentou se justificar:
- Eu disse para ela voltar para casa mais cedo, mas ela não ouviu, ficou parada lá fora na chuva. Ela continuou murmurando, mas o olhar fulminante de Joaquim calou ela imediatamente.
Sem perder tempo, ele envolveu Natacha em seus braços e en