Nos olhos escuros de Manuel, havia algo profundamente misterioso, algo que Rosana não conseguia entender. Ele desviou o olhar, então, e, pegando na mão de Rosana, disse:
— Não olhe mais para isso. Vamos, vá logo fazer o exame de sangue.
A mão de Rosana estava gelada, e sua palma estava coberta de suor frio.
Ao passar em frente ao banheiro, Rosana de repente parou e olhou para Manuel, murmurando, quase inaudível:
— Eu preciso ir ao banheiro.
Manuel mostrou uma leve impaciência no rosto. Parecia q