Eduardo Schramm encarava a tela do celular com os olhos ardendo. A mensagem de Evelin parecia um enigma escrito em uma língua que ele havia esquecido como ler:
"Edu, levaram a Manu. Preciso ir. Me perdoa, amor. Fala com o Louis, pergunta a ele do presente que me deu quando cheguei na casa dos nossos avós. Por favor, me ache."
— Levaram a Manu? — ele repetiu, a voz falhando. — Quem é Manu? Do que ela está falando?
Sua mente, normalmente afiada para negócios bilionários, entrou em pane. Por algun