Maya
— Está cansada? — perguntou debruçando-se sobre mim.
— Estou — respondi baixo.
— Descanse! — ordenou e levantou-se desprendendo o gancho que unia as algemas de couro em meus punhos e desamarrou as cordas em meus tornozelos, deixando um beijo carinhoso em cada um. — Estão um pouco marcados, mas em casa eu cuido disso.
— Em casa? — perguntei sem saber de onde ele estava se referindo.
— Sim. Vamos passar o quatro de julho em Houston, mas à noite voamos para Tulsa.
— Okay.
Ele subiu sobre mim