Maya
Lágrimas grossas escorreram por suas têmporas, enquanto ele fitava o teto branco.
— Não faça mais isso, por favor. — Segurei sua mão, apertando-a de leve. — Fiquei imensamente preocupada! Não posso perder você também, não irei suportar. Acho que se não tivesse ido procurá-lo lá, você teria morrido nas mãos daqueles crápulas.
— Desculpe, minha filha — pediu com a voz embargada.
— Eu te desculpo, pai. Mas tem que me prometer que não haverá recaídas.
— Eu prometo. — Olhou-me.
— Ótimo! Eu e Vi