Maya
Assim que o carro parou à frente da emergência, eu paguei pela corrida e saí deixando o troco para trás. Entrei às pressas no hospital tomando o elevador para o quarto andar.
Quando as portas de abriram, saí para o corredor avistando o meu pai de longe andando desorientado de um lado para o outro na porta do quarto. O médico e tia Jenna tentavam conversar e acalmá-lo, mas era em vão.
— Pai! — chamei-o ao me aproximar e ele jogou-se nos meus braços abraçando-me forte. — O que houve? — pergu