Maya
Caminhei até a esquina e rezei para que um táxi aparecesse logo. Por algum motivo que eu desconhecia, estava me sentindo envergonhada por ter aparecido na porta de sua casa.
— Maya! — Allan gritou correndo atrás de mim.
— O que foi?
— Perdoe-me por isso.
— Tudo bem, Allan. Não estamos mais juntos e você não me deve satisfações.
— Devo sim! Eu queria te contar na noite que me mandou ir embora, mas...
— Espere aí! — interrompi-o alto. — Como assim ter me contado na noite que mandei você embo