Maya
— Deixe-me ver — pediu Clarice as pegando da minha mão. — Meu Deus! Tinha mesmo alguém invadindo sua privacidade, Maya. — Abri o bilhete e fiquei em choque ao ler o que estava escrito com letras impressas em um cartão branco. — O que foi, querida? O que está escrito?
Será que o seu pai terá orgulho da sua garotinha, a vendo nessas imagens?
Talvez ele até queira as pôr sobre a mesa do seu escritório, ou quem sabe, as emoldure e pregue na parede do corredor.
— Eu preciso ligar para o meu pai