O amanhecer mal dava as caras quando uma batida animada na porta da casa de Rosa fez o som ecoar pela sala. Ricardo, que já estava acordado e sentado no sofá com uma xícara de café improvisada em mãos, ergueu os olhos para a porta, indiferente. Já Rosa, ainda sonolenta e com os cabelos desgrenhados, praticamente tropeçou ao sair do quarto.
— Quem é a essa hora? — murmurou ela, enquanto ajustava sua blusa de moletom que colocou devido ao frio que fazia.
Ela abriu a porta sem muito entusiasmo, ma