"Que se danem todos!" — ela disse alto, sem se importar com quem pudesse ouvir. — "Eu já estou uma pilha de nervos e ainda tem esse homem querendo bancar o mandão correto."
Mal teve tempo de processar o que tinha acabado de dizer, quando uma voz calma chamou sua atenção.
— Rosa? — era uma enfermeira, com um olhar compreensivo. — Eu sou a enfermeira Eva, que vai dar banho de leito na sua mãe e, depois, medicá-la conforme a prescrição médica. Tudo bem?
Rosa assentiu, tentando forçar um sorriso,