Naquela sexta-feira à noite, passava das onze e Rosa estava inquieta. A casa já estava organizada, sua mãe já havia dormido, mas Rosa não conseguia dormir. O olhar de Ricardo, a presença dele na empresa, e principalmente o fato de ter ouvido a conversa íntima dela com Nat, rondavam sua mente como uma sombra incômoda. Seu coração batia forte cada vez que ela pensava nele, e aquilo a deixava desconfortável.
Enquanto olhava para o teto, revirando-se na cama, seu telefone vibrou na mesa de cabeceir