David
O silêncio de um hospital nunca é realmente silêncio. Tem aquele zumbido constante dos monitores, passos apressados nos corredores, sussurros entre médicos e enfermeiras. Mas nada disso se compara ao barulho que está dentro da minha cabeça agora.
O meu coração bate tão forte que quase posso ouvi-lo ecoar nas paredes frias dessa maldita sala. Lizandra está sentada ao meu lado, tão calma que chega a me irritar. Como ela consegue? Depois de tudo... depois de quase perdê-la.
A porta se abre