Darlan
A porta range quando a empurro, mas o que me faz prender a respiração não é o barulho. É ela. Silvia. Deitada na cama, usando apenas uma calcinha preta rendada, sua pele alva contrastando com o tecido. Seus olhos pequenos me encaram, cheios de desejo e atrevimento. Ela alisa os próprios sei0s, os lábios entreabertos. A voz dela sai baixa, rouca, como um convite proibido:
— Faça amor comigo...
Meu corpo reage antes da minha mente processar. Meus olhos azuis escurecem com o desejo bruto qu