Alice
A adrenalina corre pelas minhas veias como uma corrente elétrica. O relógio marca 23h45, e a mansão Lambertini dorme, ou pelo menos, acho que sim. Olho para minha irmã, ajoelhada ao meu lado, e vejo aquele brilho travesso em seus olhos. Alicia digita rapidamente no notebook, conectando o pen drive que roubamos do nosso irmão Darlan.
— Pronta? — ela pergunta, mordendo o lábio com ansiedade.
— Sempre — respondo, sentindo o coração bater mais rápido.
Ela dá um último comando, e as câmeras da