Emily
Ele puxa meu rosto para mais perto, nossos olhares se cruzam em um momento de pura vulnerabilidade. Não há máscaras agora, apenas a realidade brutal do que somos um para o outro. Estamos presos em um ciclo de desejo e destruição, um jogo perigoso que nenhum dos dois está disposto a abandonar.
— Você é minha, Emily. Sempre será — ele murmura, a voz baixa, carregada de uma certeza que me assusta e me atrai na mesma medida. E enquanto ele me segura, ainda ofegante, sei que o que ele pede