Nara Ferrari
Nunca imaginei fazer bolinhos com Henry Sanchez, o homem mais reclama do que tudo, mas não para de fazer. A farinha foi mais gasta na gente e chão do que na própria massa, Henry pega no armário outro recipiente. A massa parece ter dobrado de tamanho. Alguns estão no forno e fico animada para poder comer logo.
— Quais são as chances de dá muito certo? — o vejo despeja com cuidado em cada buraco da forma. — Experimentamos a massa, não pode dizer que não está gostoso.
Henry está muito concentrado.
— Tem que dá certo, perdemos parte da manhã com isso. — pego outra para ele colocar a massa. — Pega aquela vasilha maior.
Franzi a testa.
— Por quê?
— É muito bolinho, terá que levar para os seus amigos. — murcho um pouquinho, lembrando que hoje é o nosso último dia juntos. — Nara, com esse tanto de bolinho vamos ter que dá para vizinhança. — reclama mais uma vez.
Esse domingo estamos saindo totalmente da nossa zona de conforto e posso confirmar que ambos estão aproveitando. Antes