A voz de Teófilo soava como um chamado mortal. O telefone estava ao seu ouvido, e ele conseguia ouvir os passos apressados do jovem correndo.
"- Cláudia, por favor, não cometa nenhuma loucura. Onde você está?"
- Pare, Dario, pare! - Gritava Ademir, exausto.
O jovem, de repente, parou e disse:
"- Acho que ouvi algo. Você ouviu?"
"- Agora não é hora para isso, ainda não encontramos minha irmã."
"- É verdade."
O jovem saltou a cerca, pensando que Cláudia estivesse do outro lado, mas ao chegar lá, p