Abro os olhos e já dou de cara com meu pai e Anne me encarando.
— De novo?
Pergunto com pesar.
— De novo, filha e agora eu estou preocupado.
— Droga!
Respiro pesado.
— Já colheram seu sangue e já enviaram para um laboratório de helicóptero para a próxima cidade, com certeza amanha já teremos o resultado.
— Vocês sabiam que no navio tem um necrotério, caso alguém morra?
Anne fala olhando cada canto da enfermaria.
— Anne!
Eu e meu pai falamos juntos repreendendo ela.
— Que foi? Ué,