Bruno soltou uma risada de desprezo e fez um gesto impaciente, mandando que eu fosse buscar o dinheiro.
Com todo cuidado, peguei Bia no colo. Ela estava assustada, chorando sem parar. Deixei-a no sofá, tentei acalmá-la por alguns segundos e me virei para o quarto.
Meu padrasto veio atrás de mim.
Assim que abri o armário para procurar o cartão do banco, ele avançou de repente e me empurrou contra a cama, prendendo-me sob o peso do corpo dele.
— Sua maldita... Achou mesmo que eu ia deixar barato?