O escritório mergulhou em um silêncio sepulcral. Todos estavam completamente atônitos, como se o tempo tivesse parado diante da cena chocante que acabavam de testemunhar.
Bruno jazia no chão, contorcendo-se de dor, as mãos segurando a região lombar enquanto gemia baixinho. Por mais que tentasse, não conseguia se levantar.
Alana, por sua vez, sacudiu levemente as mãos, como se estivesse se livrando de um incômodo qualquer. De cima, olhava para Bruno com um sorriso frio e cortante nos lábios:
— Br