Os dois saíram, Luiza fechou a porta, voltou para a cama e se sentou com uma expressão vazia, ainda sem conseguir reagir completamente.
Miguel estava deitado na cama do hospital e olhou para Luiza.
Seus olhos estavam vermelhos, assim como seu nariz, transmitindo uma sensação de fragilidade que dava vontade de protegê-la.
- Achou que eu estava morto e por isso chorou? - Miguel perguntou a ela.
Ouvindo isso, ela finalmente reagiu, negando com uma voz abafada:
- Não.
- Não negue, você c