Marina empurrou a porta do quarto do hospital.
Luiza estava deitada na cama, olhando para o teto com pupilas dilatadas, sem expressão.
Marina sentiu o coração partir, se aproximou da cama e olhou para ela, sem ousar tocar, com medo de que Lulu pudesse estar com dor, com a voz engasgada perguntou:
- Lulu, ainda dói em algum lugar do corpo?
Ao ver Marina, as pupilas de Luiza se clarearam um pouco e ela balançou a cabeça.
Na verdade, ela ainda estava muito fraca, sentindo frio, o corpo dolorido,