VALENTINA ROSS
Era sexta-feira à tarde. Eu estava no meu antigo apartamento, observando a movimentação ao meu redor.
Rubi estava de pé perto da janela, ao lado dela, estava o agente Carter. Como esperado de um homem que lidava com espionagem e segurança de alto risco, ele era silencioso e metódico. Em menos de uma hora, Carter já havia instalado três microcâmeras extras: uma escondida no meio dos meus livros na estante, outra embutida no interruptor de luz da parede e a última camuflada em um