RUBI MONTENEGRO
Eu estava livre. Nunca mais serei uma refém da família Montenegro.
Assim que passamos pela porta da frente da mansão, os funcionários nos cumprimentaram com discrição. Ares colocou a mão na base das minhas costas e me guiou escada acima, direto para a suíte principal.
Quando ele girou a maçaneta e empurrou a porta, eu parei no batente.
O quarto estava diferente. A cama antiga, enorme e que me causava calafrios só de lembrar quem já havia passado por ela, simplesmente sumiu.