ARES BECKETT
A expressão no rosto da minha esposa era impagável. Ela me olhava com os olhos arregalados, a boca entreaberta, parecendo estar processando a informação na velocidade de uma tartaruga manca.
— É claro que fui eu — respondi, indo para a cama sentar. — Ou você acha mesmo que caixas misteriosas e presentes suspeitos entrariam nesta mansão sem a minha permissão expressa? A minha equipe de segurança teria incinerado aquela caixa no jardim antes de chegar na entrada se não tivesse a mi