Olhei pra taça de champanhe que ele me ofereceu. O líquido dourado brilhava na luz do lustre. Parecia bonita, inocente. Mas se eu bebesse, era como assinar embaixo de tudo. Confirmava que aceitava o papel que eles queriam pra mim.
Se recusasse… o que ia acontecer?
Olhei pra Haylee, sorrindo de canto, e pro Cody, que já nem parecia gente, só máquina de manipular.
Eu tava encurralada. Não tinha mais saída.
Com as mãos tremendo, peguei a taça e abri um sorriso forçado.
“Saúde”, murmurei, sentindo