"Tia Emmeline, posso fazer um desenho pra você?" Abe perguntou com sua voz suave. Ele sempre foi o mais introspectivo mas sua criatividade fluía como uma correnteza. Seu olhar parecia sempre conectar com algo que a gente não via.
Eu sorri para ele encantada.
"Claro Abe! Fique à vontade. O que você vai desenhar?"
Ele não respondeu direto mas foi até a mesa e pegou seus lápis de cor. Sentei ao lado dele admirando o jeito como ele se entregava à tarefa. Era sempre uma experiência silenciosa e pr